sexta-feira, 10 de abril de 2009

Voleibol - Ensinar Jogando

A Editora Livros Horizonte editou recentemente o livro “Voleibol – ensinar jogando”, da autoria do professor Jorge Gonçalves, cujos destinatários são preferencialmente professores e estudantes de Educação Física e treinadores de voleibol.

Conteúdos



A ESTRUTURA FUNCIONAL OU LÓGICA INTERNA DO JOGO DE VOLEIBOL
O voleibol, um jogo de cooperação/oposição
Parâmetros configuradores da estrutura funcional e dinâmica do voleibol
As regras do jogo
O espaço de jogo
O tempo
A comunicação
A técnica ou modelos de execução
A estratégia motora

O JOGO REDUZIDO E SUAS VARIÁVEIS CONDICIONANTES
O jogo formal (6x6) jogado rudimentarmente
Premissas do jogo reduzido condicionado
Componentes essenciais de uma situação de jogo reduzido condicionado
Manipulação do desenho das situações de jogo reduzido
Variáveis condicionantes nas situações de jogo reduzido
A bola
AAltura da rede
O campo
Área de intervenção individual
Zonas restritivas
Zona de serviço
Estratégia
Número de jogadores de campo por equipa
Organização colectiva e estratégia
Desenho da circulação da bola
Toque(s) de sustentação
Número de toques
Gestos técnicos
O passe
A manchete
O serviço
O ataque
O bloco
Comportamentos tácticos
Sinalização oral da intervenção
Dinâmica da rotação dos jogadores
Sistema de pontuação

O ENSINO DO VOLEIBOL ATRAVÉS DE SITUAÇÕES DE JOGO REDUZIDO CONDICIONADO
As estratégias de ensino na actividade desportiva
Ensinar a jogar, jogando
Partir do jogo
Privilegiar uma pedagogia do acto táctico
Responder às necessidades técnico -tácticas
O jogo como situação de aprendizagem
As distintas situações de aprendizagem
Características gerais das situações de jogo reduzido
Características específicas das diferentes situações de jogo reduzido
Características das situações diferentes das de jogo reduzido condicionado
Organização do processo e noção de progresso
O estado de (des)equilíbrio
A estrutura de uma sessão de aula/treino
A avaliação
O papel do Professor/treinador
A rentabilização das condições de prática
O material e o espaço
A marcação dos campos e a organização da distribuição dos alunos pelo terreno de jogo
A constituição das equipas
A competição
Modelos competitivos ajustados ao ensino
Nível de jogo – diferenciação dos objectivos

ETAPAS DE APRENDIZAGEM E NÍVEIS DE JOGO
Estruturação do processo de ensino -aprendizagem
Análise sistemática do jogo
Etapas de aprendizagem
O processo de aprendizagem em seis etapas
A primeira etapa de aprendizagem – Conservar a bola no ar
A segunda etapa de aprendizagem – Jogar colectivamente
A terceira etapa de aprendizagem – Atacar em passe
A quarta etapa de aprendizagem – Rematar sem incerteza A quinta etapa de aprendizagem – Rematar com incerteza
A sexta etapa de aprendizagem – Atacar variado e defender bem ................................ 145
Os níveis de jogo

ESTRUTURAÇÃO DAS SITUAÇÕES DE JRC EM 6 ETAPAS DE APRENDIZAGEM 5.1. Justificação para a estruturação das situações de JRC
Quadros -síntese das situações de JRC, por etapa de aprendizagem
Quadros -síntese das situações de JRC 1x1 e 2x2
Quadro -síntese das situações de JRC 3x3 e 4x4
Situações de JRC 1x1 e 2x2
Situações de JRC 1x1 e 2x2 para a 1.ª etapa de aprendizagem
Situações de JRC 1x1 e 2x2 para a 2.ª etapa de aprendizagem
Situações de JRC 1x1 e 2x2 para a 3.ª etapa de aprendizagem
Situações de JRC 1x1 e 2x2 para a 4.ª etapa de aprendizagem
Situações de JRC 1x1 e 2x2 para a 5.ª etapa de aprendizagem
Situações de JRC 1x1 e 2x2 para a 6.ª etapa de aprendizagem
Situações de JRC 3x3 e 4x4
Comportamentos tácticos e estratégicos gerais, comuns a todas as situações e etapasde aprendizagem
Situações de JRC 3x3 e 4x4 para todas as etapas de aprendizagem

A AVALIAÇÃO
Avaliar em situação de jogo
Modalidades de avaliação
Construção de um instrumento de avaliação
Proposta de situações de avaliação através de JRC para as 6 etapas de aprendizagem
Situações de avaliação de jogo 1x1
Situações de avaliação de jogo 2x2
Situações de avaliação de jogo 3x3 e 4x4

A COMPETIÇÃO FORMAL SEGUNDO UMA PERSPECTIVA PEDAGÓGICA
A actividade competitiva
Alterações regulamentares e procedimentos organizativos a implementar em torneios de voleibol
de âmbito recreativo e formativo
Aspectos organizativos
Aspectos regulamentares específicos do jogo

quarta-feira, 11 de março de 2009

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (8ª) - 5ªF, 12/03:
S. Torcato vs B23 Pico Regalados
B23 Manhente vs Sec. Amares
B23 Taíde vs Sec. Póvoa de Lanhoso

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Resultados da sétima jornada (05/03):
APEFB vs ISM: 2-0
B23 Manhente vs Cons. C. Gulbenkian: 2-0
Ext. Carv. Araújo vs Col. D. Diogo: 2-0

quinta-feira, 5 de março de 2009

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (7ª) - 5ªF, 05/03:
APEFB vs ISM
B23 Manhente vs Cons. C. Gulbenkian
Ext. Carv. Araújo vs Col. D. Diogo

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Resultado do jogo em atraso relativo à quarta jornada (05/02):
ESAS vs Col. D. Diogo: 2-0

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Resultados da sexta jornada (19/02):
Sec. D. Maria vs Sec. Amares:1-2
ESAS vs B23 Taíde:2-0
Col. D. Diogo vs Sec. Póvoa de Lanhoso:1-2

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Eleição dos novos corpos sociais da APEFB

No passado dia 16 de Fevereiro foram eleitos, em Assembleia Eleitoral, os novos corpos sociais da ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE BRAGA, para o biénio 2009/2011.
Assim, foram eleitos:
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente - José Alfredo Ribeiro, sócio nº10
Vice-Presidente - Carlos Jorge Mangas, sócio nº38
Secretária - Maria Helena Rodrigues, sócia nº117

CONSELHO FISCAL
Presidente - Ana Paula Matos, sócia nº82
Secretária - Cláudia Alexandra Soares, Sócia nº152
Vogal - Nuno Ricardo Reininho, sócio nº126

DIRECÇÃO
Presidente - Mário Filipe Pereira, sócio nº170
Vice-Presidente - Ana Margarida Guimarães, sócia nº177
Secretário - Fernando Augusto Fernandes, sócio nº108
Vogal - Vasco Manuel Araújo, sócio nº76
Tesoureira - Tânia Catarina Costa, sócia nº159

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (6ª) - 5ªF, 19/02:
Sec. D. Maria vs Sec. Amares
ESAS vs B23 Taíde
Col. D. Diogo vs Sec. Póvoa de Lanhoso

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Resultados da quinta jornada (12/02):
Sec. D. Maria II vs Colégio La Salle: 2-1
Sec. Póvoa de Lanhoso vs Ext. Carvalho Araújo: 0-2
APEFB vs B23 Manhente: 1-2

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (5ª) - 5ªF, 12/02:
APEFB vs B23 Manhente
Sec. D. Maria vs Colégio La Salle
Sec. Póvoa de Lanhoso vs Ext. Carv. Araújo

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Resultados da quarta jornada (05/02):
Cons. Cal. Gulbenkian vs Inst. Silva Monteiro: 1-2
Sec. S. Torcato vs Sec. Póvoa de Lanhoso: 1-2
ESAS vs Colégio D. Diogo (adiado)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (4ª) - 5ªF, 05/02:
Cons. Cal. Gulbenkian vs ISM
ESAS vs Colégio D. Diogo
Esc. Sec. S. Torcato vs Esc. Sec. Póvoa de Lanhoso

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (3ª) - 5ªF, 29/01:
APEF vs Esc. Sec. D. Maria II
Colégio La Salle vs Esc. Sec. Amares
Esc. B23 Taíde vs Colégio D. Diogo

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

APEFB - ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

De acordo com o estipulado no artigo 9.º, 1.º parágrafo, do Capítulo III do Regulamento Interno, convoco todos os associados da A.P.E.F. Braga para a Assembleia Geral Ordinária, a realizar no dia 23 de Janeiro de 2009 (sexta-feira), pelas 21:15, na Escola Secundária Alberto Sampaio, com a seguinte ordem de trabalhos:

I. Leitura e aprovação da acta da última Assembleia Geral Ordinária;

II. Leitura, discussão e aprovação do Relatório de Actividades e Contas da Direcção;

III. Actividades a desenvolver pela A.P.E.F. Braga / Movimento Associativo;

IV. Outros assuntos;

V. Eleição da Mesa da Assembleia Eleitoral.

Se à hora marcada não estiverem presentes dois terços dos associados, a Assembleia reunirá meia hora mais tarde com qualquer número de sócios presentes.

Braga, 12 de Janeiro de 2009

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Mário Pereira

APEFB - ASSEMBLEIA ELEITORAL

CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA ELEITORAL

Nos termos do artigo 39.º, alínea a), do Regulamento Interno, convoco todos os associados da A.P.E.F. Braga para a Assembleia Eleitoral, a realizar no dia 23 de Janeiro de 2009 (sexta-feira), após a realização da Assembleia Geral Ordinária, no mesmo local (Escola Secundária Alberto Sampaio), com a seguinte ordem de trabalhos:

I. Apresentação de listas candidatas aos Órgãos Sociais;

II. Acto eleitoral;

III. Contagem, verificação e afixação dos resultados;

IV. Tomada de posse dos Órgãos Sociais eleitos.


Braga, 12 de Janeiro de 2009

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Mário Pereira

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Jogos da próxima jornada (2ª) - 5ªF, 22/01:
B23 Manhente vs Colégio La Salle
ESAS vs B23 Pico Regalados
Ext. Carv. Araújo vs B23 Taíde

XVII TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

Resultados da primeira jornada (15/01):
Esc. Sec. D. Maria II vs Cons. Calouste Gulbenkian: 2-0
Esc. Sec. Amares vs Inst. Silva Monteiro: 1-2
EB Pico de Regalados vs Esc. Sec. Póvoa de Lanhoso: 0-2

Gostaríamos de deixar um pedido de desculpas à malta pelo atraso de ontem que se aguentou ao frio só para "poder" dar uns toques na bola e dar início ao Torneio.
Um agradecimento especial ao Prof. Peixoto (ESAS) que abriu a porta do pavilhão permitindo, assim, que o Torneio "arrancasse".
Obrigado a todos.
A Direcção

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

17º Torneio de Voleibol para Professores

Pelo DÉCIMO SÉTIMO ANO consecutivo a APEF Braga organiza o:

(XVII) TORNEIO de VOLEIBOL para PROFESSORES

Objectivos: Criar um espaço de lazer e convívio entre colegas da mesma profissão, surgindo o Voleibol como meio para atingir esse objectivo e não como um fim em si mesmo.

PARTICIPANTES:
Equipas de Escolas do 1º, 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Todos os associados da APEFB que estejam impossibilitados de participar no torneio, por a Escola onde leccionam ou a Escola a cujo quadro pertençam não participar no torneio, poderão inscrever-se individualmente constituindo a equipa denominada de APEFB. Na eventualidade do número de inscrições para a equipa da APEFB serem insuficientes para se constituir uma equipa (seis elementos sendo dois do sexo menos representado), os membros dos corpos sociais da associação poderão optar por representá-la.

LOCAL / CALENDÁRIO / HORÁRIO DE REALIZAÇÃO
Pavilhão da Escola Secundária Alberto Sampaio,
às 5ªs feiras, a partir das 21h 30m

REGULAMENTO DO JOGOS
· Os jogos realizar-se-ão à melhor de 3 sets. Os sets serão disputados sob a forma de tiebreack até aos 25 pontos, excepto o 3º set que termina aos 15 pontos.
· Nos dias em que cada equipa jogue, terá que apresentar, obrigatoriamente, um elemento para preencher o Boletim de Jogo ou accionar o marcador
· É obrigatório que todas as equipas se apresentem com equipamento devidamente numerado. Caso não se verifique os elementos em falta não poderão participar no jogo. A Organização não fornece coletes numerados nem bolas para aquecimento
· Os jogos deverão iniciar-se, impreterivelmente, às 22h 00m. Caso as equipas não possuam n.º mínimo de jogadores (6, sendo 2 deles do sexo menos representado) até às 22h 15m será averbada uma falta de comparência.

INSCRIÇÃO DAS EQUIPAS
· As equipas serão constituídas por um número ilimitado de professores.
· Todos os professores terão que pertencer ao quadro da Escola ou leccionar na mesma no presente ano lectivo. Se um professor pertencer ao quadro de uma escola e no presente ano lectivo leccionar numa outra e ambas as escolas participarem no torneio, este obrigatoriamente terá que jogar na equipa da escola onde lecciona.
· As equipas terão que ser mistas, tendo que se encontrar em campo, em cada momento do jogo, 2 elementos do sexo menos representado.

· As inscrições para o torneio deverão ser enviadas para:
A.P.E.F. Braga - Complexo Desportivo da Rodovia, sede nº 9 - 4700 Braga
Ou para o email – guimaraes.ana@hotmail.com

· Só serão aceites as inscrições, que derem entrada na morada acima referida, até às 21h 30m do dia 8 de Janeiro de 2009

A inscrição de cada equipa deverá fazer-se acompanhar de um cheque de 160 Euros (cento e sessenta euros) à ordem da Associação de Professores de Educação Física de Braga. A este valor, serão reduzidos 5 Euros (cinco Euros) por cada sócio da Associação que seja inscrito e que possua o pagamento das quotas devidamente regularizado. A inscrição só será aceite, mediante o preenchimento da ficha de inscrição (em anexo) e se se fizer acompanhar da respectiva taxa de inscrição.
Se no momento do Sorteio as equipas não tiverem a inscrição regularizada não serão incluídas no Torneio.

ALTERAÇÕES AO CALENDÁRIO
EVENTUAIS ALTERAÇÕES AO CALENDÁRIO DOS JOGOS SÓ SERÃO ACEITES POR ACORDO MÚTUO DAS ESCOLAS ENVOLVIDAS. O RESPONSÁVEL DA EQUIPA QUE QUER ALTERAR O JOGO DEVERÁ ENTRAR EM CONTACTO COM O RESPONSÁVEL DA OUTRA EQUIPA E COMBINAR UMA NOVA DATA. CASO NÃO CHEGUEM A ACORDO A EQUIPA PERDERÁ POR FALTA DE COMPARÊNCIA.
CASO SE VERIFIQUE ALGUMA ALTERAÇÃO, DEVERÃO AVISAR A ORGANIZAÇÃO.

Solicitamos a presença de todos os responsáveis no dia 8 de Janeiro de 2009 (5ª feira), na sede da APEFB, para se proceder à análise do Torneio, ao Sorteio e à definição do Calendário dos Jogos.
(TODAS as EQUIPAS vão ter acesso, antecipadamente ao CALENDÁRIO dos JOGOS)
Início do Torneio à Dia 8 de Janeiro de 2009 (5ª feira)

Qualquer ocorrência não prevista pelo regulamento será analisada e resolvida pela Organização.
Informações – Ana Margarida Guimarães telm: 96 101 55 82

e-mail: apefbraga@yahoo.com ou guimaraes.ana@hotmail.com

domingo, 3 de fevereiro de 2008



Colóquio "A Especificidade da Supervisão na Educação Física, Treino Desportivo e no Exercício e Bem-Estar", na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, a realizar no dia 23 de Fevereiro de 2008, pelas 9h3m, no Auditório Agostinho da Silva.

PREÇÁRIO:
- Estudantes - 5€;
- Outros Profissionais - 10€;
- Professores das Escolas da rede de estágio da ULHT - Grátis;
- Sócios da SPEF - 5€

INSCRIÇÕES PARA:
Universidade Lusófona – Departamento de Educação Física, Desporto e Lazer
Ao c/ de Isabel Llorente
efd@ulusofona.pt
Tel: 217 515 500 – Ext. 2249
Fax: 217 515 544
www.ulusofona .pt

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

"Pai de peixe……deixe-o jogar”


Como pai, professor e treinador de futebol, sinto-me “apto” a abordar um assunto que afecta seriamente o desenvolvimento desportivo e social de muitos jovens atletas… filhos de ex-atletas, e não só. Dirijo-me aos pais, essencialmente aos ex-praticantes das modalidades que os seus filhos agora abraçam, por vontade própria, ou incentivados pelos progenitores. Lembrem-se sempre, que são eles os praticantes, são eles que sofrem e “brilham” com os seus (deles) (in)sucessos. O vosso (nosso) papel, deve ser apenas o de criar e dar condições para o sucesso, salientando de entre elas: Sempre que necessário disponibilidade para levar, ir buscar aos treinos/jogos; nunca usar o desporto como prémio/castigo em função dos resultados escolares, desde que haja uma co-responsabilização, há tempo e espaço para tudo; ver jogos/treinos, mas não ser “ferrinho” em todos os fins-de-semana, dando-lhes espaço/tempo para crescerem, sem a nossa presença; quando presentes nos jogos, deixarmos que eles decidam de acordo com o que treinaram durante a semana, e não de acordo com o que nós pensamos ser o melhor para a situação. É que às vezes (muitas), o que nós pensamos ser o melhor, vai contra as directrizes do treinador. E, porque o senti algumas vezes na pele como treinador, e tento não o fazer agora como pai, gostaria de me alongar um pouco neste particular. Se levamos o nosso filho para um clube, e o “entregamos” nas mãos de um treinador, isso implica: Confiar que ele é a pessoa ideal para educar o nosso filho; querermos que o nosso filho o admire e respeite, pois só assim pode acreditar nele, e seguir as suas instruções; no caso de discordarmos do treinador, solicitar-lhe uma conversa particular, tentando perceber os motivos da divergência, de forma a melhor podermos ajudar. Nunca esquecerei um pai, que no meu primeiro ano de treinador, acompanhou o filho durante a 1ª semana de treinos, e no final me disse: “Tão cedo não me volta a ver por aqui. Esta semana serviu para saber nas mãos de quem entregava o meu filho, pois vai estar com ele diariamente, mais tempo do que eu, e tinha de saber a quem confiava a sua educação desportiva”.
A investigação diz-nos que os atletas cujos pais exercem menos pressão sobre a sua actividade desportiva, são os que mais se divertem e usufruem da actividade, o que, digo eu, é meio caminho andado para que tenham sucesso, não o que nós queremos, mas o que eles procuram.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007


Caro Colega, durante o ano civil de 2007, a Associação de Profissionais de Educação Física de Braga comemorou os seus 25 anos. Durante este quarto de século a APEFBraga pautou-se pela congregação de ideias, de pessoas, de forças e de acções tendo como objectivo a promoção cultural, científica, técnica e pedagógica dos seus associados nas areas da Educação Educação Física e Desporto, bem como a defesa da ética e da deontologia profissional.
Para culminar o ciclo de actividades comemorativas do 25º aniversário, vai realizar um colóquio subordinado ao tema "o Associativismo na Educação Física", onde além de uma retrospectiva histórica dos 25 anos da APEFBraga será feita uma análise a situação actual do associativsmo.
Aparece

CONGRESSO DO DESPORTO: Da ciência à Consciência



Vai realizar-se nos dias 20 e 21 de Novembro de 2007, no Estádio do Dragão –PORTO, o CONGRESSO DO DESPORTO: Da ciência à Consciência, sub a coordenação científica do Professor Doutor Espregueira Mendes, Professor Doutor Jorge Silvério, Mestre José Neto, Professor Doutor Manuel Sérgio e Prof. Nelson Antão.

Futebol versus Râguebi – "separados à nascença"


Graças ao apuramento da nossa selecção dos "lobos" para o Mundial de râguebi, parece que o país "acordou" para a existência de uma modalidade que tem as suas origens em Inglaterra, tal como o futebol, e que é actualmente o segundo desporto colectivo mais popular no mundo, atrás do…futebol. O râguebi teve o seu início no séc. XIX e diz a "lenda" que esta modalidade surgiu de uma jogada irregular do futebol, quando um jogador, em pleno jogo, pegou na bola com as mãos e seguiu com ela até à linha de fundo adversária (hoje, o ensaio). Assim sendo, o râguebi pode ser considerado filho "ilegítimo" do futebol, pois "nasceu" de um erro. No entanto verifica-se actualmente, que enquanto no râguebi, os erros quer de arbitragem, quer de jogadores e dirigentes são reduzidos ao mínimo, através da introdução de meios tecnológicos e do fair-play, no futebol, os erros são cada vez mais visíveis, pois a tecnologia que serve para os mostrar, não é utilizada para os corrigir, ou seja, o filho ilegítimo, neste momento, supera o pai, em algumas vertentes. Outra diferença inultrapassável entre as modalidades, prende-se com o convívio entre adversários. É tradição do jogo do râguebi o chamado "Terceiro Tempo". No final da partida os jogadores das duas equipas reúnem-se para festejar o encontro, e geralmente o banquete e as bebidas são oferecidos pela equipa da casa. No futebol, tal só acontece antes dos jogos e quando os dirigentes não estão de relações cortadas, pois no final torna-se de todo impossível. Atendendo às características específicas deste jogo e à "futebolização" existente no nosso País, entendemos ser o momento próprio para o arranque definitivo da modalidade. Ninguém aprecia um jogo, sem o conhecer e, "por causa do Mundial", as regras já são minimamente perceptíveis para o espectador comum, o que constitui o ponto de partida para uma modalidade evoluir. Outra necessidade premente é a modalidade ser abordada na escola nas aulas curriculares de Educação Física. Atrevemo-nos a dizer que o râguebi precisa da escola para se desenvolver e a escola precisa do râguebi para que certos princípios atrás enunciados, como o fair-play, o respeito pelos adversários e a noção de cooperação/oposição voltem a prevalecer em detrimento do "vale tudo". A escola e o futebol actual precisam dos valores do râguebi.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007


XVI TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES

No dia 12 de Novembro de 2007, na sede da Associação de Professores de Educação Física teve lugar o sorteio e calendarização dos jogos referentes ao XVI TORNEIO DE VOLEIBOL PARA PROFESSORES. As treze equipas participantes serão agrupadas em três séries (A, B e C)

Depois de efectuado o sorteio as séries ficaram assim ordenados:


SÉRIE A


B23 Manhente
Inst. Silva Monteiro (ISM)
Colégio La Salle
B23 Pico Regalados


SÉRIE B


ES Ponte Lima
Ext. Carvalho Araújo
B23 Taíde
APEFBraga


SÉRIE C


B23 S.Torcato
ES Amares
C. M. C. Gulbenkian
Colégio D. Diogo
ES Alberto Sampaio



Modo de disputa:
a) 1ª FASE - Todos contra todos a uma volta.
b) 2ª FASE
Os 1ºs, os 2ºs e o melhor 3º classificados de cada grupo serão agrupados, na série I; os restantes 3ºs, os 4ºs e o 5º classificados de cada grupo serão agrupados na série II.
Jogam todos contra todos a uma volta
c) FASE FINAL
O 1º e o 2º classificado da série I jogam para o 1º e 2ºlugar;
O 3º e o 4º classificado da série I jogam para o 3º e 4º lugar;
O 5º e o 6º classificado da série I jogam para o 5º e 6º lugar;
O 7º classificado da série I fica em 7º lugar;
O 1º e o 2º classificado da série II jogam para o 8º e 9ºlugar;
O 3º e o 4º classificado da série I jogam para o 10º e 11º lugar;
O 5º e o 6º classificado da série I jogam para o 12º e 13º lugar;

I. A contagem dos pontos far-se-à do seguinte modo:
Vitória - 3 pontos, Derrota - 1 ponto e Falta de comparência - 0 pontos.

II. Se houver empates entre equipas na Série, no final das Fases, a classificação será ordenada tendo em conta os seguintes critérios de desempate:
1) Resultado do confronto directo entre as equipas empatadas

2) Maior nº de sets ganho;
3) Menor nº de sets perdidos;
4) Através do coeficiente geral entre pontos obtidos e pontos sofridos;
5) Maior nº de pontos obtidos
6) Menor nº de pontos sofridos.

III. Altura da rede: 2,30 m.
IV. Atendendo ao natural desgaste de material, nenhuma equipa poderá contar com bolas e coletes numerados pertencentes à ES Alberto Sampaio. Assim, é obrigatório que todos os participantes se apresentem com equipamento devidamente numerado.
V. A bola de jogo será fornecida pela organização.
VI. Todas as equipas deverão comparecer pelas 21.30h. Os dos jogos deverão ser iniciados às 21.45h. Caso uma equipa não esteja pronta para começar a jogar às 22h ser-lhe-à averbada uma falta de comparência, uma vez que o funcionário tem de fechar às 23.30h
VII. Todos os jogos serão à melhor de 3 sets.
VIII. Cada equipa terá que apresentar um elemento para "fazer a mesa" (preenchimento do boletim de jogo) ou contagem dos pontos.
IX. Os casos omissos serão alvo de apreciação e deliberação por parte da organização.
CALENDÁRIO DOS JOGOS (1º FASE)


sábado, 22 de setembro de 2007





A Associação de Profissionais de Educação Física de Braga (APEFB) determinada em contribuir para a consciencialização dos cidadãos sobre os benefícios do exercício físico, inaugurou no passado dia 22 de Setembro, o "Trilho dos Dois Montes", um percurso pedestre, semi-urbano que começa e termina no Complexo da Rodovia e atravessa as freguesias de Nogueiró e de Tenões. Tem a extensão de 6,4 Km e atinge a altitude aproximada de 380 metros, sendo o grau de dificuldade de médio/fácil e a duração aproximada de 2 horas.

Na cerimónia de inauguração estiveram presentes a Sra Vereadora do Pelouro do Desporto da Câmara de Braga, e os Srs. Presidentes das Juntas de Freguesia de Nogueiró e de Tenões e os elementos dos corpos sociais da APEFB.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Torneio Internacional de Andebol


O ISAVE, vai organizar de 18 a 20 de Janeiro de 07 o seu I Torneio Internacional de Andebol. O Torneio vai decorrer na Póvoa de Lanhoso, no Pavilhão da Escola Secundária.
Este, é sem dúvida mais um passo rumo á afirmação do ISAVE como uma potência desportiva, quer regional quer nacional. Para disputar este torneio foram convidadas as seguintes equipas:
- DOBOJ (Bósnia), FC Porto, Águas Santas e ISAVE
Durante este torneio, no dia 19 pelas 22:00 no ISAVE, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema “ANDEBOL – Técnica e Táctica”, onde os oradores serão os treinadores das equipas participantes, e tendo como moderador é o jornalista Rui Guimarães. A Entrada é gratuita.

sábado, 17 de junho de 2006

1ª JORNADAS DESPORTIVAS DA ZONA DO PINHAL


7º CONGRESSO NACIONAL EDUCAÇÃO FÍSICA

7º Congresso Nacional de Educação Física – 2006

7º Congresso Nacional de Educação Física – 2006
MAIA – 23, 24 e 25 de Novembro

Educação – Saúde – Desporto
Inovação e Desenvolvimento


Caros Colegas,


Vai realizar-se nos dias 23, 24 e 25 do próximo mês de Novembro, no Fórum da Maia, no Porto, o VII Congresso Nacional de Educação Física.

Este evento que, desde 1987, se realiza de três em três anos é organizado em conjunto pelo CNAPEF (Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física) e pela SPEF (Sociedade Portuguesa de Educação Física) e tem-se constituído numa referência fundamental do debate e projecção das ideias e práticas sobre as Actividades Físicas nos diferentes contextos em que elas se expressam e desenvolvem.

São três as áreas tradicionalmente intervencionadas pelos profissionais de Educação Física e Desporto: a Educação, o Treino Desportivo e o Exercício e Saúde. Porque em todas elas persistem ou emergem problemas relacionados com a formação e certificação profissional, a SPEF e o CNAPEF, elegeram a problemática da qualificação e carreiras profissionais como principal objecto de análise do próximo Congresso Nacional. No âmbito da Educação, prevêem-se medidas que poderão comprometer a qualidade da formação dos professores de Educação Física e Desporto. Nos domínios do Treino Desportivo e do Exercício e Saúde persiste a ausência de regulamentação ajustada sobre formação e percurso profissional, que promova o reconhecimento da competência científica e pedagógica no desempenho dos profissionais que aí intervêm.

Neste contexto o Congresso visará os seguintes objectivos gerais:
· Debater as orientações nacionais e internacionais sobre a formação inicial e contínua decorrentes do processo de Bolonha no âmbito da Educação Física, nas suas dimensões da Educação, do Treino Desportivo e do Exercício e Saúde;
· Estabelecer as bases de um código de ética profissional comum às dimensões da Educação Física e orientar o seu desenvolvimento;
· Debater as orientações para a institucionalização das carreiras profissionais no âmbito do Treino Desportivo e do Exercício e Saúde;
· Reforçar as orientações estratégicas das actividades científicas e profissionais para o reforço da unidade e qualificação profissional.

Para além destes, outras finalidades orientarão o encontro. Na Educação Física e Desporto Escolar mantém-se a incapacidade do poder político para implementar medidas há muito consignadas em lei (a obrigatoriedade da EF no 1.º ciclo) e eliminar a ameaça ao direito dos alunos ao tempo curricular da EF no Ensino Básico e Secundário (pela supressão da redução prevista pela célebre alínea b e pela salvaguarda do tempo útil da EF). Apesar de consagrada em Lei, mantém-se ainda a necessidade de sustentar a importância da avaliação da EF, particularmente no Ensino Secundário.

Para a sua consecução, e preservando as principais razões de sucesso do 6º Congresso que contou com a participação de mais de 700 colegas, o 7º Congresso desenvolver-se-á em quatro áreas: a da Formação, a da Educação, a do Treino Desportivo e a do Exercício e Saúde, e uma transversal versando a qualificação profissional em cada uma das áreas anteriores. Para isso, contaremos com a participação de especialistas convidados, nacionais e estrangeiros. Para além de conferências e painéis de debate sobre boas práticas profissionais e da discussão de um conjunto de teses sobre as matérias em análise, nas áreas da Educação, do Treino Desportivo e do Exercício e Saúde, serão apresentadas comunicações livres e posters.

Ao longo dos últimos quase vinte anos de reflexão e debate, a clarividência pedagógica e científica, empenho e determinação dos profissionais de Educação Física e Desporto tem permitido encontrar importantes argumentos e soluções para a valorização social e cultural da prática de actividades físicas, como forma de melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de salvaguarda do seu pleno direito de cidadania.

Vimos assim convidar cada um dos colegas a participar activamente no Congresso Nacional, reforçando o esclarecimento e a reflexão sobre os caminhos que, em conjunto, deveremos percorrer para a qualificação da nossa intervenção profissional. Solicitamos igualmente que nos ajudem na melhor preparação do evento, respondendo com a brevidade possível ao questionário que enviamos junto com este anúncio. Um próximo anúncio a enviar às escolas, no princípio do mês de Setembro, indicará o programa definitivo do Congresso, as condições de inscrição e de submissão de posteres e comunicações orais.

domingo, 4 de junho de 2006

Fotos Comemoração do dia da Educação Física - Braga





Comemoração do dia da Educação Física - Braga

A Associação de Professores de Educação Física de Braga e a Junta de Freguesia de S. Lazaro, em colaboração com o Gabinete de desporto escolar da CAE de Braga, o Centro Jovem de Sto Adrião – SYNERGIA e o Centro Cultural de Sto Adrião, realizam no passado dia 3 de Junho de 2006 (Sábado), às 17 horas, na Zona pedonal da Avenida Central, um encontro gímnico que se inseriu na Comemoração do Dia da Educação Física e do IV dia Jovem de S. Lázaro.
Com esta actividade pretendemos mostrar à comunidade o nosso trabalho, alertá-la para a importância da Educação Física como disciplina curricular, bem como, promover o convívio entre professores e alunos das diversas escolas participantes.

sábado, 13 de maio de 2006

Elaboração dos horários de Educação Física

A Associação de Profissionais de Educação Física do Distrito de Aveiro, publicou na página, www.apefaveiro.no.sapo.pt o seguinte documento sobre a elaboração dos horários de Educação Física:

Como é sabido cabe aos conselhos pedagógicos a aprovação dos critérios de elaboração de horários escolares. A especificidade da nossa disciplina não permite que a mesma seja tratada em parametros igualitários com todas as outras.
Assim, se o considerarem, poderão copiar e apresentar nos conselhos pedagógicos, de forma a uniformizar as condições de realização das actividades da disciplina, nas diferentes escolas.
Cabe-nos a nós, profissionais de Educação Física defender os princípios essenciais da disciplina que leccionamos.
Junto segue também uma proposta discutida em várias escolas que poderão analisar e se assim o entenderem colocar em prática no próximo ano lectivo.

Considerando:
- A especificidade da disciplina
- Os objectivos inerentes à sua inclusão no currículo dos alunos, no campo das actividades físicas e desportivas promotoras da saúde
- A necessidade de as aulas constituírem momentos de treino, como tal com uma intensidade relativa.
- A importância de práticas adequadas, nomeadamente no desenvolvimento das qualidades físicas
- Problemas já verificados em outras escolas derivado a actividades físicas em período de digestão
- Pareceres das Associações de Profissionais de Educação Física e de técnicos de saúde
- Necessidade de rentabilizar espaços e conhecimentos específicos dos docentes
Propõe-se:
1. Que os horários devem saturar os tempos do período da manhã
2. Na eventualidade de aulas no período da tarde, deve ser considerado um espaço alargado, entre a entrada para o período do almoço e o início das aulas de Educação Física, de pelo menos três tempos, defendendo a integridade física dos alunos
3. Inexistência de aulas em dias seguidos
4. Articulação de aulas de um tempo e dois tempos em cada ciclo

quinta-feira, 6 de abril de 2006


Caros Colegas:
A APEF do Distrito de Aveiro em parceria com a Câmara Municipal de Aveiro e Coordenação Educativa de Aveiro, vão realizar no dia 4 de Maio, no Estádio Municipal de Aveiro, o III Simpósio de Desporto e Educação Física.
A Inscrição é gratuita para todos os Associados, desde que apresente o cartão de sócio da respectiva Associação e com a quota actualizada.

Aos interessados que necessitem estadia por uma noite, informamos que entre em contacto com APEF de Aveiro

Enviar as inscrições para:
(e-mail :apefaveiro@gmail.com, apefaveiro@yahoo.com.br ou telemóvel: 918691789 / 962569060)

quarta-feira, 29 de março de 2006

7º CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA – 2006

7º Congresso Nacional de Educação Física – 2006
MAIA – 23, 24 e 25 de Novembro
Educação – Saúde – Desporto
Inovação e Desenvolvimento


O Conselho Nacional das Associações Profissionais de Educação Física (CNAPEF) e a Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF), estruturas nacionais representativas da área socioprofissional e científica da Educação Física, organizam o 7º Congresso Nacional de Educação Física, nos dias 23, 24 e 25 de Novembro de 2006, no Fórum da Maia.
Este evento, realiza-se de três em três anos, desde 1988, e constitui uma referência fundamental das orientações para o desenvolvimento das Actividades Físicas, quer no que respeita a mais de 10000 escolas, ou seja a actividade de 1 milhão e meio de crianças e jovens, de praticantes desportivos e atletas, membros dos clubes de fitness, e outras instituições em que os nossos associados exercem a sua actividade profissional.

Para este Congresso, foram estabelecidos os seguintes objectivos gerais:
· Avaliar e clarificar a responsabilidade profissional da Educação Física, nas áreas da Educação, do Exercício e Saúde e do Treino Desportivo;
· Promover o desenvolvimento profissional, pela valorização de boas práticas profissionais;
· Reflectir a organização da formação inicial e contínua, nas três áreas de intervenção profissional, considerando o processo de Bolonha.

O Congresso desenvolver-se-á nessas três áreas: a da Educação, a do Exercício e Saúde e a do Treino Desportivo onde serão discutidos os problemas essenciais, com a participação de especialistas convidados, nacionais e estrangeiros.
Para além de conferências e painéis de debate, serão apresentadas comunicações livres e posters, em sessões temáticas e exposições.

quinta-feira, 16 de março de 2006

Comemoração dos 25 anos da APEFBraga

Braga, 15 de Março de 2006



Caro Associado:


Começamos por te enviar as mais calorosas saudações associativas!

Como deves saber, em 2007, a nossa Associação comemora os seus 25 anos de existência! É uma efeméride importante, para a qual, queremos chamar a tua atenção!
Primeiro, pelo passado da APEFB e por aquilo que ela representa para nós! Constituí-la, naquela época, foi um gesto de irreverência, um acto de liberdade e de companheirismo, pioneiro e gerador de um movimento associativo de professores à escala nacional, o qual, por sua vez, foi protagonista nas grandes mudanças da Educação Física acontecidas nos últimos 25 anos.
Assim, pensamos que este momento é um marco de grande simbolismo, do qual nos devemos orgulhar porque representa o esforço árduo e altruísta de levar os benefícios do associativismo a todos os colegas de profissão.
Por fim, porque cultivamos a convicção que os princípios que orientam o movimento associativo ainda são actuais, uma vez que persistem assimetrias e grandes dificuldades na profissão. Entendemos, pois, que a missão associativa ainda não está concluída.

Desde os primórdios da APEFB que houve dificuldades em divulgar o ideal associativo e cativar mais colegas para a partilha das tarefas que dele decorre. O trabalho do dia-a-dia na escola, no clube ou no ginásio, a indiferença e o alheamento em relação à vida associativa ou, mesmo, a vida familiar de cada um, foram sempre obstáculos terríveis que impediram melhores desenvolvimentos e melhores soluções associativas! Hoje, da mesma maneira que ontem, são enormes as dificuldades em cativar novos colegas para a vida associativa e é com grande pesar que constatamos a evidência da mesma atitude de acomodação!
Porventura a emissão da mensagem associativa não terá vindo a chegar da melhor forma aos destinatários. Provavelmente, as estratégias para cativar novos colegas não foram e não serão as mais adequadas! Embora sempre bem intencionado e preocupado com a causa associativa, não é difícil admitir que o trabalho da sua promoção nem sempre foi o mais profícuo e inovador e que se cometeram erros! Mas também não é difícil reconhecer que algo não está bem quando colegas de profissão, dos mais antigos aos mais recentes, sistematicamente, se alheiam e se tornam impermeáveis à mensagem associativa!
Por outro lado, também não basta sermos associados e participar numa actividade desportiva, recreativa, social ou cultural, promovida pela APEFB para pensarmos que a nossa participação na vida associativa se esgotou! Devemos ser mais exigentes! A participação de cada um na vida associativa pode ser mais ampla e mais desenvolvida! A começar pela disponibilidade para o exercício de outras tarefas, nomeadamente as de dirigente! Porque não?
Então, o que é que não funciona? Estatutariamente, a APEFB é uma organização de classe, que tem como objectivo fundamental a promoção científica, técnica e cultural dos seus associados. A APEFB foi pensada para ser um porto, uma âncora, um espaço e um palco!
· para assim, promover a inclusão de todos os diplomados de Educação Física que se sintam sensibilizados pelo projecto associativo;
· para assim, desenvolver a reflexão e o debate de ideias e de problemas comuns!
· para assim, lutar pela defesa indefectível dos valores que impregnam a cultura das actividades físicas!
Foi assim, com a dádiva de alguns e o empenhamento de muitos outros que, ao longo destes 25 anos, sobreviveu a nossa Associação!

Porém, 25 anos depois, após tantas conquistas e tanta evolução, olhamos à nossa volta e interrogamo-nos sobre o momento da Educação Física! Vemos inúmeros jovens licenciados com dificuldades de inserção no mercado de trabalho, seja nas escolas, nos clubes ou nos ginásios, trabalhando precariamente, explorados e mal remunerados, sem estabilidade e sem segurança no trabalho. Hoje, os problemas de há 25 anos mantêm-se, talvez até mais agravados pelas políticas liberais de desinvestimento na Educação! E sendo o panorama tão difícil, interrogamo-nos sobre as razões da aculturação associativa que, teimosamente, se mantém como “imagem de marca” duma grande maioria dos licenciados de Educação Física, que não reconhecem na APEFB a estrutura que, também, os pode ajudar!

Estamos a preparar as Comemorações dos 25 Anos da APEFB. Vamos fazer um programa que esteja de acordo com o ideário associativo, que atinja a profundeza das convicções e motivações profissionais de cada um, incomodando-o com o grito do nosso alerta e responsabilizando-o pela discussão e partilha dos problemas que dizem respeito a todos e a cada um em particular!
Assim, numa 1ª fase, pensamos alargar o debate preparatório das Comemorações dos 25 Anos a todos os associados que fizeram parte dos órgãos sociais da Associação para enriquecer a troca de ideias e, depois, se tomarem as melhores decisões. Em cima da mesa estarão todos os assuntos e todos os temas que se quiserem abordar:
· relacionados com o movimento associativo, as suas dificuldades de acção e, mesmo, de existência e sobrevivência;
· a “velha” temática da Educação Física nas escolas;
· os “ventos de mudança” em relação aos novos mercados de trabalho;
· as políticas educativas e as de formação dos professores (o Tratado de Bolonha, as notícias que nos chegam do ME sobre o futuro acesso à docência…);
· o estatuto profissional do professor de Educação Física, etc.

Mas, de facto, o grande objectivo desta carta é:

“Abalar contigo, provocar-te, tirar-te da modorra do sofá e trazer-te até nós para conversarmos! “

Estás convidado, insistente, convicta e dramaticamente convidado para compareceres no dia 9 de Maio às 21 Horas no Auditório Álvaro Carneiro da Escola Secundária de Alberto Sampaio - Braga.

Desculpa a extensão da carta, mas é por uma boa causa! Não basta que a leias! É imprescindível que a reflictas e que te disponibilizes a vires até nós. Ficamos a aguardar!

Um grande abraço! Renovamos as nossas saudações associativas,


O Presidente da Direcção

Mário Pereira

domingo, 12 de fevereiro de 2006

A Escola como Factor de Valorização e Desenvolvimento das Actividades Físicas e Desportivas

Síntese da intervenção de Rui Petrucci, em representação do CNAPEF, no debate realizado a 26 de Janeiro, no âmbito do Congresso do Desporto.

A Escola como Factor de Valorização e Desenvolvimento das Actividades Físicas e Desportivas

1. A ESCOLA
A minha apresentação, em nome do Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física (CNAPEF), vai centrar-se na Escola.
O CNAPEF foi formalmente constituído em 1989 na sequência do 1º Congresso Nacional de Educação Física e representa as Associações de Professores e Profissionais de Educação Física (APEF’s) do Algarve, de Almada/Seixal, de Aveiro, do Alto Minho, do Barreiro/Moita, de Braga, de Castelo Branco, de Coimbra, de Évora, de Leiria, de Lisboa, do Litoral Alentejano, da Madeira e de Viseu.
Pela natureza, identidade e características do CNAPEF e do trabalho que desenvolve com os professores de Educação Física no seu local privilegiado de exercício profissional, a escola, parece-nos fazer sentido trazer para a reflexão, neste debate, alguns problemas que afectam a Educação Física e o Desporto Escolar. E pretendemos fazê-lo com base numa premissa que pensamos ser consensual e importante quando falámos de politicas educativas e sociais no Desporto: A Escola é um factor de valorização e desenvolvimento das Actividades Físicas e Desportivas.
E porque é que a escola pode (deve) assumir e desempenhar um papel fundamental na valorização e desenvolvimento das Actividades Físicas e Desportivas?
Porque, em nosso entender, reúne três condições decisivas para o fazer:
- é na escola, por via da escolaridade obrigatória , que passam, pelo menos durante nove anos, todas as crianças e jovens deste país;
- é na escola, na maioria das escolas, que existem instalações e recursos materiais para a prática de Actividades Físicas e Desportivas;
- é na escola que se encontram pessoas qualificadas académica e profissionalmente, os professores de Educação Física, que exercem a sua acção pedagógica no desenvolvimento da actividade curricular de Educação Física e da actividade de complemento curricular de Desporto Escolar.
E se a reunião destas condições constitui, de facto, um factor essencial a ter em conta quando se pretendem implementar novas políticas conducentes ao desenvolvimento da prática de Actividades Físicas e Desportivas, queria colocar, neste debate e de uma forma simples, algumas questões que têm sido analisadas no seio do Movimento Associativo dos Professores de Educação Física:
- Que concepções e orientações enquadram a Educação Física e o Desporto Escolar no Sistema Educativo?
- Quais os problemas que afectam a viabilidade e a qualidade da Educação Física e do Desporto Escolar nas nossas escolas?
- Que propostas tem apresentado e defendido o Movimento Associativo para a melhoria e o reforço da Educação Física e do Desporto Escolar?

2. A Educação Física
Em 1988 realizou-se, na Figueira da Foz, o 1º Congresso Nacional de Educação Física (CNEF). Nesse congresso discutiram-se 4 temas: a Educação Física Escolar; o Desporto Escolar; os Recursos Materiais e a Formação de Professores. Em todos estes temas foram aprovadas propostas no sentido de encontrar novos caminhos, novas soluções para os problemas detectados. Em relação à Educação Física foi aprovada uma proposta sobre a estratégia de modelo curricular a seguir na elaboração dos Programas Nacionais de Educação Física (PNEF).
Em 1989 foi criada, pelo Ministério da Educação, uma equipa liderada pelo professor Luís Bom que elaborou os PNEF, com base nas propostas do 1º CNEF. Estes programas foram revistos em 2000 praticamente pela mesma equipa, agora coordenada pelo professor João Jacinto, que, para além de algumas alterações nos programas de algumas matérias, desenvolveu e clarificou as suas Orientações Metodológicas, essencialmente, no que se refere à Avaliação.
Os programas foram, em 1989, elaborados com a participação de muitos especialistas e amplamente discutidos pelos Professores de Educação Física. Uma das críticas feitas, na altura, era a de que os programas não estavam adequados à realidade existente. E de facto não estavam, nem podiam estar. Porque o que se pretendia era, exactamente, romper com essa realidade, que era uma realidade pobre, que não servia os interesses da Educação Física e dos alunos que dela usufruíam e criar uma nova realidade de desenvolvimento e qualificação da Educação Física Escolar.
Com base neste princípio orientador a equipa de programas colocou algumas condições à sua elaboração, de que destaco duas:
- a Educação Física deve ser uma actividade curricular em todos os anos do Ensino Básico e do Ensino Secundário;
- a gestão dos programas e a concretização dos seus objectivos exigem que se realizem, no mínimo, 3 aulas semanais.
Estas condições foram aceites pelo Ministério da Educação.
No sentido de se perceber melhor os problemas que, em nossa opinião, dificultam a viabilidade e a qualidade da Educação Física na escola gostaria de destacar algumas das suas características, de carácter conceptual e organizacional, com base nos seus Programas Nacionais e nas suas Orientações Metodológicas, que estão em vigor.
A Educação Física:
- faz parte do currículo de todos os alunos (do 1º ao 12º ano);
- define-se como uma actividade curricular eclética, inclusiva, visando o desenvolvimento multilateral do aluno;
- organiza-se em três aulas semanais.
A EF tem como grandes finalidades:
- melhorar a aptidão física, na perspectiva da melhoria da qualidade de vida, da saúde e do bem-estar;
- favorecer a compreensão e aplicação dos princípios, processos e problemas de organização e participação nos diferentes tipos de actividades físicas;
- reforçar o gosto pela prática regular das actividades físicas e aprofundar a compreensão da sua importância como factor de saúde ao longo da vida e como componente da cultura, quer na dimensão individual, quer social;
- favorecer a consciência cívica na preservação das condições de realização das actividades físicas, em especial a qualidade do ambiente.

Os Programas Nacionais de Educação Física contemplam três áreas:
- actividades físicas (desportivas, expressivas, de exploração da natureza, jogos tradicionais e populares);
- aptidão física;
- conhecimentos (processos de desenvolvimento e manutenção da aptidão física/interpretação das estruturas e fenómenos sociais de realização das actividades físicas).
Portanto, existem Programas Nacionais, em nosso entender, bem concebidos que definem um quadro de extensão curricular, objectivos de ciclo, níveis para cada matéria. É importante sublinhar que os Programas de Educação Física foram publicamente elogiados pelos responsáveis pela reforma Curricular do Ensino Básico que os apresentaram como um bom exemplo, um bom modelo no que se refere à definição de competências e de gestão flexível.
Estão estabelecidas Orientações Metodológicas que definem as condições de aplicação dos programas e de desenvolvimento da Educação Física.
E tudo isto está aprovado, faz lei.
E afinal qual é a situação hoje?
Apesar de praticamente não existirem professores de EF sem qualificação académica e profissional, muito embora a formação inicial constituir, neste momento, uma questão problemática face ao número exagerado de cursos, muitos deles sem a qualidade desejável.
Apesar da melhoria significativa das instalações e recursos materiais realizada nos últimos anos, embora não resolvendo, ainda, de uma forma satisfatória as necessidades existentes. Estudos recentes mostram que um quinto das escolas não tem instalações cobertas e há bastantes escolas com instalações degradadas.
Apesar do contexto social favorável. Cada vez mais, são entendidos, por muitos, os benefícios para a saúde resultantes da prática de actividades físicas.
E neste contexto qual é a realidade da Educação Física nas nossas escolas?
No 1º Ciclo do Ensino Básico, a grande maioria das escolas não tem Educação Física.
Para o 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico está definida uma carga horária de 135 minutos de tempo útil. Entende-se por tempo útil o tempo de interacção entre professor e alunos no processo de ensino e aprendizagem. O que quer dizer que na disciplina de Educação Física o tempo necessário para o aluno se equipar antes da aula e tomar banho e vestir após a mesma não pode ser considerado como tempo útil de aula. Ora o que acontece, na esmagadora maioria das escolas, é que a elaboração dos horários não tem em conta esta questão reduzindo o tempo útil de aula substancialmente com prejuízo evidente para as aprendizagens dos alunos. Para além disso há, apenas, duas aulas semanais (90 + 45 minutos) contrariando as orientações metodológicas da disciplina. Para agravar o problema acontece, ainda, que muitas vezes essas aulas se realizam em dias seguidos.
Para o Ensino Secundário está definida uma carga horária de 180 minutos de tempo efectivo de aula. E os problemas de organização curricular neste nível de ensino são semelhantes aos do nível anterior. Realizam-se 2 aulas semanais, em algumas escolas apenas uma, por vezes em dias seguidos não sendo respeitado na elaboração dos horários, novamente, o tempo efectivo de aula.
Quem responde por estas anomalias?
Onde estão os serviços de inspecção do Ministério da Educação?
Parece evidente que este quadro de realização da disciplina de Educação Física na escola não contribui para a sua viabilização e qualificação. Os prejudicados são sempre os mesmos – os alunos.
Por isso o CNAPEF, ao longo destes últimos anos, tem denunciado os problemas que afectam a disciplina de Educação Física na escola, elaborado propostas para a sua resolução e assumido uma atitude de inteira disponibilidade para cooperar com todas as entidades, nomeadamente o Ministério da Educação, no sentido de permitir que os nossos alunos beneficiem, mais e melhor, dos efeitos educativos da Educação Física.
No que respeita ao 1º Ciclo do Ensino Básico, as nossas propostas reflectem duas preocupações fundamentais:
- a implementação da Educação Física em todas as escolas, como actividade curricular, dando cumprimento ao que está estabelecido por lei. É um dever do estado e um direito dos alunos;
- que estas aulas sejam leccionadas por professores qualificados num regime adequado à especificidade do ensino no 1º Ciclo, com base nos agrupamentos de escolas.
Em relação ao 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e no Ensino Secundário é absolutamente necessário que se realizem no mínimo três aulas semanais, distribuídas ao longo da semana e com o cumprimento efectivo do tempo útil de aula.
Mil aulas de Educação Física na escola para todos os alunos é o desígnio que se impõe.


3. O Desporto Escolar
O Desporto Escolar é uma actividade de complemento curricular, facultativa e vocacional, que visa a aptidão atlética e a cultura desportiva no domínio da modalidade desportiva escolhida pelo aluno.
Isto significa que a Educação Física e o Desporto Escolar são complementares. Nem a Educação Física substitui o Desporto Escolar, nem o Desporto Escolar substitui a Educação Física, antes sim, estabelecem entre si uma relação que deve ser considerada como um factor de ampliação dos efeitos educativos da prática de Actividades Físicas na escola.
Por isso temos, sempre, defendido Educação Física para todos os alunos – Desporto Escolar em todas as escolas.
Não há aqui lugar, em nosso entender, a confusões de carácter conceptual entre o que é a Educação Física e o que é o Desporto Escolar. Estão questão tem sido, mais ou menos, pacífica nos últimos tempos. No entanto, mais recentemente temos dado conta de algumas declarações de pessoas responsáveis quer ao nível do Sistema Educativo, quer ao nível do Sistema Desportivo ou do Poder Local que denotam alguma confusão sobre o papel da Educação Física e do Desporto Escolar, nomeadamente, no que se refere ao 1º Ciclo do Ensino Básico.
Em relação aos problemas que afectam o Desporto Escolar, algumas propostas feitas pelo CNAPEF tem tido acolhimento por parte do Ministério da Educação e estão, neste momento, contempladas nos seus documentos orientadores. No entanto nem sempre a realidade prática corresponde às intenções declaradas.
Em termos organizacionais e de desenvolvimento do Desporto Escolar, o CNAPEF tem dado enfoque, essencialmente a 4 questões problemáticas:
- à actividade interna, e a sua relação com a actividade externa;
- ao modelo de desenvolvimento assente em projectos plurianuais;
- à organização de quadros competitivos adequados, respeitando níveis de prática diferenciados;
- e à elaboração, no quadro geral de organização da escola, de horários compatíveis para a concretização do Desporto Escolar.
Em relação à 1ª questão, defendemos que o Desporto Escolar se deve organizar no sentido de proporcionar uma oferta de Actividades Físicas e Desportivas ao maior numero de alunos e que a actividade externa deva ser o reflexo do trabalho desenvolvido na actividade interna.
Esta orientação tem sido bem aceite e agrada-nos ler no programa do Desporto Escolar que “na elaboração do projecto, as preocupações principais devem centrar-se na maioria dos alunos da escola…devendo a actividade externa ser o reflexo da dinâmica do trabalho desenvolvido na actividade interna”
Sobre a questão dos projectos plurianuais as nossas propostas foram, sempre, no sentido de que os núcleos de Desporto Escolar se deveriam organizar em projectos plurianuais, como forma de garantir vias de desenvolvimento, de continuidade e qualificação das actividades e de afirmação de uma cultura de escola. Embora, esta tese seja hoje consensual na prática nem sempre isso se verifica.
Em relação aos quadros competitivos, em nosso entender, esta questão está longe de estar bem resolvida se tivermos em conta as finalidades do Desporto Escolar. Os quadros competitivos são pouco consistentes, de curta duração, por vezes desequilibrados e com problemas de logística e realização. Acrescente-se, a tudo isto, o facto de nem sempre serem exemplares na transmissão dos valores formativos da competição desportiva.
Assim, é nossa opinião que os quadros competitivos devem ter uma organização simplificada, não selectiva e local (agrupamentos de escolas / escolas próximas), realizados ao longo do ano com equipas do mesmo nível e onde os valores formativos da competição constituam, para todos, uma preocupação fundamental.
Por último a questão dos horários. Esta questão parece-nos determinante na organização e desenvolvimento do Desporto Escolar. Não é uma questão fácil de resolver em muitas escolas, mas se não forem criadas condições objectivas que permitam aos alunos usufruir do Desporto Escolar, como é que ele se realiza e desenvolve?
Em nosso entender, a resolução deste problema implica, entre outras coisas:
- que o Desporto Escolar aconteça num tempo em que todos, ou a maioria dos alunos, não tenham actividades lectivas;
- que a gestão dos espaços para a Educação Física e o Desporto Escolar potencie as possibilidades de prática que cada escola oferece e não, como por vezes acontece, as minimize;
- que o Projecto Educativo da escola assuma, no concreto, a importância das Actividades de Complemento Curricular, nomeadamente o Desporto Escolar, obrigando a que se faça uma gestão adequada dos espaços e tempos escolares. Estas orientações deverão constar do Regulamento Interno da escola, de forma a permitir e valorizar a sua realização, entendidas no valor educativo que representam.
Por último, uma questão de carácter institucional que de tempos a tempos entra no debate sobre o Desporto Escolar: A quem deve pertencer a responsabilidade institucional sobre o Deporto Escolar?
O Documento Orientador do Desporto Escolar refere que se “entende por Desporto Escolar o conjunto das práticas lúdico-desportivas e de formação, desenvolvidas como complemento curricular e ocupação dos tempos livres, num regime de liberdade de participação e de escolha, integradas no Plano de Actividades da Escola e coordenadas no âmbito do Sistema Educativo”.
Nós concordamos. Para o CNAPEF o Desporto Escolar organiza-se e desenvolve-se na escola por professores qualificados, os professores de Educação Física, para os alunos da escola, no seio da comunidade educativa.
Para o seu desenvolvimento futuro é importante, em nosso entender, que a nível institucional:
- se qualifiquem as estruturas responsáveis pelo Desporto Escolar no Ministério da Educação, na coordenação e apoio efectivo às escolas;
- que a escola assuma o valor formativo das Actividades de Complemento Curricular, nomeadamente o Desporto Escolar, criando condições à sua objectiva implementação e realização;
- que os Departamentos Curriculares de Educação Física integrarem o Desporto Escolar no seu projecto de intervenção na escola, ampliando os efeitos educativos da prática de Actividades Físicas e Desportivas.

4. Síntese final
Há problemas na Educação Física e no Desporto Escolar.
No entanto, se houver vontade política para os resolver haverá, estamos certos, mais e melhor Educação Física e Desporto Escolar para as crianças e jovens que frequentam as nossas escolas.
E por isso pergunto se a resolução de alguns problemas com que se defronta hoje a Educação Física e o Desporto Escolar nas nossas escolas:
- não é um bom contributo para o desenvolvimento e qualificação da prática de Actividades Físicas e Desportivas?
- não é um bom e justo investimento?
- não deve ser uma prioridade?
Nós pensamos que sim.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

Debate sobre o Desporto Escolar

O CNAPEF (Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física), a SPEF (Sociedade Portuguesa de Educação Física) e o Departamento Curricular de Educação Física da Escola Secundária de Camões vão realizar, no dia 25 de Janeiro de 2006, entre as 14.30 e as 17.30 horas, na Escola Secundária de Camões, um debate sobre o Desporto Escolar.
Este debate, intitulado “A Organização Escolar do Desporto – Que Futuro?”, tem como principal objectivo analisar os problemas de enquadramento, organização e qualidade do Desporto Escolar nas nossas escolas e perspectivar o seu desenvolvimento futuro. Para participar num painel de reflexão que integra esta iniciativa foram convidados o Sr. Secretário de Estado da Educação Professor Doutor Valter Lemos, o Sr. Presidente do Instituto de Desporto de Portugal Professor Doutor Luís Bettencourt Sardinha, o Senhor Presidente da CONFAP e representantes do CNAPEF e da SPEF.Pela actualidade e importância que esta temática apresenta, nomeadamente na formação dos nossos alunos, a organização decidiu convidar, em especial, os Presidentes dos Conselhos Executivos, os Coordenadores dos Departamentos Curriculares de Educação Física e os Coordenadores do Desporto Escolar das escolas abrangidas pela DRE de Lisboa e, também, personalidades reconhecidas pelo trabalho desenvolvido nesta área.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

A Educação Física no 1º Ciclo não é o catering da cantina …

A Educação Física no 1º Ciclo não é o catering da cantina …
É inquestionável que muito há a fazer para que a regularidade e o carácter sistémico da prática da EF nas escolas do 1º CEB beneficie plenamente a totalidade das crianças que a frequentam. Mas isso não é sinónimo de entendermos que “o mercado” é a solução para o problema.
O Ministério da Educação (ME) com base no programa de generalização do Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) como actividade extra-curricular entende que “o projecto é para alargar a outros anos e outras disciplinas” acrescentando desejar “criar programas idênticos para outras disciplinas, como a Educação Física”(1). A Educação Física (EF) é uma área curricular obrigatória em todos os níveis do sistema de ensino em Portugal. Como tal não é transferível para componente extra-curricular na escola do 1º CEB. É nosso entendimento de que as mudanças curriculares não podem, nem devem estar ao sabor de vontades circunstanciais. Elas devem corresponder a consensos legitimados pela escola, pelos professores e pelo reconhecimento do seu papel social na formação de gerações de cidadãos. Possuindo responsabilidades formativas ao nível do desenvolvimento da personalidade da criança, do estímulo ao prazer e descoberta de novas competências motoras, do desenvolvimento das suas capacidades motoras, da partilha e fruição de actividades físicas e desportivas pautadas por valores ético-desportivos. A EF não é a mera animação desportiva, para descarregar energias acumuladas. Neste sentido não está à venda, nem disponível para ser uma área de negócio potencial, em que a subcontratação substitui imperativos decorrentes do normal e efectivo trabalho da escola e dos seus professores. É inquestionável que muito há a fazer para que a regularidade e o carácter sistémico da prática da EF nas escolas do 1º CEB beneficie plenamente a totalidade das crianças que a frequentam. Mas isso não é sinónimo de entendermos que “o mercado” é a solução para o problema. Pelo contrário, será mais um passo no aprofundamento da “marginalização da EF” na escola do 1º CEB com efeitos deveras nefastos e incalculáveis no futuro.As finalidades educativas da EF no 1º CEB merecem que esta área seja desenvolvida no contexto da vida de cada escola e de cada turma, sob pena de fomentar a sua marginalização. Contribuir para o desenvolvimento global das crianças que frequentam a escola do 1º CEB em termos cognitivos, sócio-afectivos e motores, também exige a EF na vida de alunos, de professores e das suas escolas.A eventual intenção do ME de colocar a área curricular de EF – que paralelamente com o Português e a Matemática acompanham o aluno português do 1º ao 12º ano de escolaridade – ao nível do mero fornecimento de serviços como as refeições na cantina escolar, releva da desqualificação das suas finalidades educativas para as crianças do 1º CEB. Apesar de reconhecermos a área de EF como problemática, o caminho a realizar para uma melhor EF no 1º CEB nunca pode passar pela sua exclusão do currículo obrigatório. A EF existe na escola do 1º CEB desde 1873, reconhecida como área do currículo. Como podemos chegar a 2005 e pretender desqualificá-la? Transformá-la em componente extracurricular? Fazer dela um produto ao sabor da “oferta do mercado” ou da “prestação de serviços”?Os alunos portugueses não são diferentes dos seus colegas europeus. Têm direito a beneficiar para o seu desenvolvimento de uma EF integrada no currículo obrigatório, de forma a garantir a sua prática regular e sistemática.- O que fez o ME ao longo dos anos para a qualificação da EF no 1º CEB?- Que atitudes assumiu perante as inúmeras “situações esquisitas” de invasão curricular da EF no 1º CEB por parte de estranhos à escola?- Que indicações foram dadas às escolas pelas suas diferentes estruturas sobre o desenvolvimento da EF no 1º CEB?- Que orientações foram sugeridas pela Inspecção-geral de Ensino para o desenvolvimento desta área no 1º CEB?- Que exigências foram colocadas às Câmaras Municipais para a requalificação dos espaços, equipamentos e materiais imprescindíveis para uma EF de qualidade no 1º CEB?É tempo de pensar o desenvolvimento estratégico da área de EF no 1º CEB (á semelhança do que já foi feito noutras, como por exemplo na Matemática), pois a base começa aqui. Os alicerces de aprendizagem e desenvolvimento para o futuro de cada criança iniciam-se com aquilo que de bom e de mau lhe proporcionamos na escola do 1º CEB. Também é assim na Educação Física…

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Ginástica nas Escolas do 1º Ciclo

No site: http://www.educare.pt/, está publicado o seguinte artigo:
"Ginástica nas escolas (02.01.2006)
Depois de o Ministério da Educação ter anunciado a contratação de monitores de tempos livres para as escolas do 1.º ciclo, a Federação de Ginástica de Portugal lançou o programa Play GYM.
A decisão do Ministério da Educação de proceder à contratação de animadores para assegurar as actividades extracurriculares no prolongamento do horário no 1.º ciclo - como desporto, expressão plástica ou educação musical -, levou a Federação de Ginástica de Portugal (FGP) a lançar o "Play GYM".Trata-se de um programa de desenvolvimento gímnico, que tem como principal objectivo "tornar a ginástica divertida e contribuir para um bom desenvolvimento da criança". Com este programa de ensino da ginástica, o "Play GYM" tem organizado diversas actividades, desde momentos de dinamização gímnica até projectos mais sistematizados e permanentes, tanto para autarquias como para escolas. Com uma equipa de 700 técnicos credenciados, a FGP pretende assim responder às necessidades das escolas para a ocupação não só da extensão curricular das 15h30 às 17h30, como também de classes gímnicas para os ATL depois das 17h30.Para usufruir deste programa, os conselhos executivos deverão estabelecer protocolos com as autarquias, associações de pais e instituições que actualmente asseguram os ateliers de tempos livres, à semelhança do que já acontece com o ensino do Inglês nos 3.º e 4.º anos."
Perante tal situação, gostariamos de colocar apenas uma pergunta: Porquê a contratação de animadores, cuja aptidão pedagógica poderá suscitar duvidas, quando as listas de professores não colocados pelo Ministério da Educação contém centenas de Licenciados (com licenciaturas homologadas pelo M.E.) nas áreas em questão?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Técnicas Invernais de Alpinismo

Tendo em consideração que uma das finalidades consideradas no programa de Educação Física para o terceiro ciclo é o desenvolvimento multilateral e harmonioso do aluno, através da prática de actividades físicas de exploração da Natureza e as boas condições que o nosso país reune para a prática do montanhismo, a Associação de Professores de Educação Física e a Nómada vão realizar nos dias 13,14 e15 a acção de formação "Técnicas Invernais de Alpinismo".
O evento destina-se a todos os professores de Educação Física, do ensino básico e secundário, e terá como com o objectivos: dar a Conhecer a marcha de montanha, a orientação e a progressão em obstáculos naturais como especificidade da actividade de Montanhismo; promover a aquisição de competências ao nível técnico, do acompanhamento e organização de actividades, de acordo com a especificidade dos materiais e das normas de segurança; proporcionar uma vivência efectiva, de modo a contribuir para o domínio técnico dos conteúdos fundamentais em situação real; sensibilizar para as preocupações ecológicas, hábitos de preservação e conservação dos espaços naturais; promover o gosto pelas actividades lúdicas e físicas de contacto com a natureza.
Formador
ANTONIO COELHO
Ama Dablam 6856m – Himalaya – Nepal
Pumori 7161m – Himalaya -Nepal
Island Peak 6200m
Kala Patar 5500m
Duforspitze 4634m
Nordend 4610m – Face Norte
Breithorn 4161m – 4x(Guia de Montanha)
Monte Branco 4810m
Monte Branco du Tacul 4700m
Monte Perdido 3355m – 7x Inverno(Guia de Montanha)
Pico de Aneto 3410- 2x Inverno(Guia de Montanha)
Naranjo de Bulnes – Via Martinez
Almanzor 2812m – 5x- Inverno e Face Norte(Guia de Montanha)

PROGRAMA Dia 13 (Sexta-feira) Local – Braga
9.00h Recepção dos Participantes
9.30h Sessão de Abertura Mário Pereira (Presidente da APEFB) e António Coelho (nómada)10.00h Caracterização das Actividades de Montanha
Síntese Histórica do Montanhismo
As actividades (variantes] do Montanhismo
11.00h Intervalo
11.15h O Ambiente e a Montanha
O meio natural
Noções básicas de climatologia
Noções básicas de fisiologia de Montanha
A alimentação e os líquidos
A importância da condição física e psíquica
13.00h Almoço
15.00h Cartografia e Navegação Material e Equipamento
17.00h Sessão de Encerramento

Dia 14(Sábado) Local Serra da Estrela
8.00h - Encontro Ski Parque: Sameiro: Manteigas
9:00 – Curva do Cântaro Magro: Técnicas Invernais de AlpinismoMovimentos Básicos de uma
progressão conjunta, Utilização de Crampons e Piolets
16:00 – Fim da Actividade : Regresso a Manteigas
19:00 – Jantar
22:00 – Convívio
Dia 15 (Domingo) Local Serra da Estrela
8.00h - Pequeno Almoço
9:00 – Curva do Cântaro Magro: Ascensão de Corredores de Neve e GeloUtilização de
Crampons e Piolets
16:00 – Fim da Actividade : Regresso a Casa

O preço 80 € inclui: Dormida de Sábado para Domingo em Bungalows no Skiparque, Jantar de Sábado e pequeno almoço de Domingo; Seguro, Material Colectivo.
Inscrições para: APEFBraga Complexo desportivo da Rodovia, sede 9 4710 Braga Ou
Nomada : Rua S.domingos nº178 4710 Braga
*Não inclui dormida de sexta-feira nem almoços volantes de Sábado e de Domingo.
Se desejar a organização pode providenciar alojamento para Sexta-feira, bem como almoços volantes para Sábado e Domingo.

7º Congresso de Educação Física

O Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física(CNAPEF) e a Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF) vão realizar nos dias 23, 24 e 25 de Novembro de 2006, na zona Norte do país, o 7º Congresso Nacional de Educação Física.
Se actualmente é inquestionável a importância da disciplina de Educação Física na formação das crianças e jovens no que respeita à promoção da saúde e de aquisição de estilos de vida saudáveis, muito se fica a dever a estas estruturas que se têm empenhado na defesa da Educação Física como actividade curricular e do Desporto escolar como actividade de complemento educativo.
Nos seis Congressos Nacionais de Educação Física até à data realizados, foram tomadas decisões marcantes no que concerne à Formação de Professores, Carreiras Profissionais, Papel da Educação Física no Currículo Escolar e Programas de Educação Física, que fizeram que a Educação Física seja tratada com seriedade e respeito.
O próximo Congresso promoverá a discussão e tomada de posição sobre aspectos fundamentais para o desenvolvimento da Educação Física, tais como:
- A EF no 1º Ciclo de Escolaridade;
- O Desporto Escolar;
- A avaliação em EF Escolar;
- A formação inicial e contínua de Professores

quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Blog da APEFÉvora

A Associação de Professores de Educação Física deÉvora, encontra-se numa fase de reestruturação.
A APEFE aderiu às novas tecnologias e criou o blog: http://appefe.blogs.sapo.pt
Sugerimos a vista a este novo espaço da nossa área na blogosfera. Não se esqueçam de comentar e opinar sobre os posts aí publicados.

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

Assembleia Geral Ordinária

A Associação de Professores de Educação Física de Braga vai realizar no dia 25 de Novembro de 2005, pelas 21.30 horas no Auditório Alvaro Carneiro, na Escola Secundária Alberto Sampaio, em Braga, uma Assembleia Geral Ordinária, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 – Leitura e aprovação da acta da última Assembleia Geral Ordinária;
2 – Leitura, discussão e aprovação do relatório de Actividades de Contas da Direcção;
3 – Actividades a desenvolver pela A.P.E.F.B./ Movimento Associativo;
4 – Constituição da Comissão Organizadora do Comemoração do 25º aniversário da APEFB.

sábado, 12 de novembro de 2005

II jornadas de Educação Física

A Associação Profissionais de Educação Física do Distrito de Aveiro e com apoio da Coordenação Educativa de Aveiro e Câmara Municipal de Vale de Cambra, vai desenvolver as II Jornadas de Educação Física, com os seguintes sub-temas " Defesa Pessoal na Escola" e "Boccia na Escola".

Esta acção de Formação, destina-se a professores de Educação Física e a Técnicos da APPACDM e realizar-se-á no dia 29 e 30 de Novembro, pelas 9.00h às 16.30H no Pavilhão Municipal de Vale de Cambra.

As inscrições deverão ser enviadas para Associação Profissionais de Educação Física do Distrito de Aveiro, Apartado 1060, 3810-301 AVEIRO ou Ao C/ Prof Clotilde Alves , Agrupamento de Escolas de Búzio Vale de Cambra, Av. Drº. António Fonseca, Apartado 13, 3730-901 VALE DE CAMBRA.

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Provas Globais

A Associação de Professores de Educação Física de Braga realizou um estudo sobre a elaboração, realização e avaliação das provas globais no 9º ano, em algumas escolas do Distrito de Braga.
Para a realização do estudo, pediu-se ao Coordenador do Departamento ou Delegado da disciplina de Educação Física que respondesse a um formulário, do qual constavam perguntas acerca: da percentagem de aulas práticas e teóricas leccionadas ao longo do ano lectivo, quais as modalidades abordadas no 9º ano, no ano lectivo transacto, Que tipo de prova foi realizada, qual a sua duração, Quais as modalidades avaliadas, quais as principais dificuldades na elaboração da prova, qual a estrutura da prova, quais as principais dificuldades na realização da prova e por quem foi avaliada a prova.
Apelamos à vossa colaboração para que tenhamos uma visão alargada da situação, assim, gostariamos que nos comentários registasse como decorreram, na vossa escola, as Provas Globais, do nono ano de escolaridade, à disciplina de Educação Física, no ano lectivo transacto.
Obrigado.

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

Defesa da Tese de Doutoramento

No próximo dia 3 de Novembro (quinta feira), pelas 15.00h, no Salão Nobre da Universidade do Minho, no lago do Paço (Rua do Souto), em Braga, Jorge Sequeira, Psicólogo, pertencente à equipa técnica do Sporting Club de Braga (Futebol) e uma referência nacional no campo da Psicologia Desportiva, irá fazer a defesa da sua tese de Doutoramento sobordinada ao tema "Competências Psicológicas e Treino Mental".

terça-feira, 1 de novembro de 2005

O Desporto Escolar para o Presidente do IDP

EXP.- É raro o governo que não fala na necessidade de melhorar o Desporto Escolar, mas depois na prática...
L.S. — O responsável pelo Desporto Escolar tem que ser um líder emblemático no sistema desportivo. É preciso liderança nacional com um rigoroso sistema de monitorização e cumpri­mento do que está consignado no modelo de fun­cionamento. Quanto ao quadro competitivo, so­mos apologistas de que até uma determinada fa­se de desenvolvimento dos jovens as equipas es­colares participem em campeonatos federados. O segredo é conciliar a generalização dessa for­mação desportiva e, ao mesmo tempo, dar opor­tunidade aos melhores de se enquadrarem num sistema mais competitivo. E isto não tem nada de elitista. Ao nível do ensino secundário, o Des­porto Escolar necessita de uma mão-de-ferro pa­ra fazer jus à atitude positiva com que o próprio Ministério da Educação o tem encarado.
Luís Sardinha, Presidente do IDP, no Jornal Expresso de 29 de Outubro

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Encontro "Formação Inicial - Estágio Pedagógico"

As direcções do Cnapef e da Spef irão analisar as possibilidades de organização e realização deste encontro . O encontro, de 1 dia, terá como objectivo essencial reflectir a Formação Inicial de Professores de Educação Física, apresentando como mote as alterações introduzidas este ano pelo M.E. ao estágio pedagógico. Pretende-se juntar, nesta reflexão, as Universidades responsáveis pela formação de professores de EF e especialistas em formação e, também, lançar a temática da Formação como questão aglutinadora e central do nosso Congresso Nacional.

"A Educação Fìsica no 1º Ciclo do Ensino Básico"

Há já algum tempo que o Cnapef perspectiva, como objectivo importante, a realização desta conferência. Tal objectivo, por razões várias, ainda não foi possível concretizar. A proposta consiste em organizar, em parceria com a Spef e com o apoio das Apef's, um debate com diferentes intervenientes nesta temática (professores de EF; investigadores/especialistas; associação de municípios; autarquias; associações de pais e EE's; Ministério da Educação; etc.) no sentido de evidenciar e aprofundar a posição do Movimento Associativo nesta questão.

Plano de Formação Contínua - Desporto Escolar

O gabinete de Desporto Escolar reuniu com o Cnapef (Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física) onde o informou sobre a possibilidade de estabelecer uma parceria com o Cnapef e as Apef's (Associações de Professores de Educação Física) para a elaboração e realização de um Plano de Formação Contínua para professores de Educação Física nas áreas da Educação Física e do Desporto Escolar. A iniciativa foi bem acolhida pelo Cnapef na própria reunião e, também, pelas Apef's em Assembleia Geral. Neste momento esperamos por um novo contacto do Gabinete de DE no sentido de clarificação da intenção/proposta e, caso esta se confirme, se avançar na sua definição e organização em conjunto com as Apef's.

quinta-feira, 20 de outubro de 2005

Denominação da Disciplina de Educação Física

Há alguns dias atrás o colega Miguel Sousa, deixou o seguinte comentário ao post sobre as Associações de professores de Educação Física:
"Será que o debate da Educação Física terá o seu início na sua prórpia denominação? será que chamar Educação Física, à disciplina é suficiente, tendo em conta tudo o que esta faz para o aluno? Porque será que a geografia não se chama Educação Geográfica?"
Posteriormente um anónimo teceu o seguinte comentário ao comentário do colega Miguel Sousa: " Caro Miguel Sousa:Dizem os estudiosos, pelo menos lá no porto, que o termo parece estar um pouco ultrapassado. O termo Educação Física ainda é do tempo em que se somava: corpo + mente = homem, e agora conhece-se o Homem (com H grande) não só como um somatório dessas duas partes... será bem mais complexo. O problema é que nós da Educação Física andamos , ainda, a remar um pouco contra a maré. Parece que as pessoas ainda perceberam a importância da disciplina e se vamos agora que começamos a ter talvez um início de consciencialização baralhar os baralhados para lhes explicar que o termo é incompleto, podemos estar a precipitarmo-nos. Temos sido tãopacientes qe mais um termo menos um termo não me parece importante. O que realmente interessa é que as pessoas entendam o que engloba a disciplina Ed. Física e a sua inmportância. Quando conseguirmos isso a nível na prática e não só na teoria, pois qualquer um diz que ED. Fis. é importante se lhe perguntarmos, então sim vamos lá actualizar o conceito.E isto faz-me lembrar que a Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade Porto vai passar a denominar-se muito brevemente de Faculdade do Desporto e a sua cor passará a ser o verde alface. "
Com a publicação deste post gostariamos de promover a discussão sobre o assunto.

quarta-feira, 5 de outubro de 2005

As Associações de Professores de Educação Física

A Associação de Professores de Educação Física de Braga, foi a primeira Associação desta área disciplinar a nível nacional, registada notarialmente no dia 14 de Abril de 1982. Nos vinte e dois anos que passaram desde a sua fundação, formaram-se várias associações regionais do Minho ao Algarve, Açores e Madeira.
Em 1987 deu-se o primeiro encontro de Associações de Professores de Educação Física. Na sequência desse encontro foi criado em 15 de Março de 1990 o Conselho Nacional das Associações de Professores e Profissionais de Educação Física, estrutura de âmbito Nacional que congrega e coordena as APEF(s).
Se actualmente é inquestionável a importância da disciplina de Educação Física na formação das crianças e jovens no que respeita à promoção da saúde e de aquisição de estilos de vida saudáveis, muito se fica a dever a estas estruturas que nestes vinte e dois anos se têm empenhado na defesa da Educação Física como actividade curricular e do Desporto escolar como actividade de complemento educativo.
No historial do Movimento Associativo consta para além de inúmeras iniciativas de carácter formativo e informativo, a concepção e a realização de seis Congressos Nacionais de Educação Física, onde foram tomadas decisões marcantes no que concerne à Formação de Professores, Carreiras Profissionais, Papel da Educação Física no Currículo Escolar, Programas de Educação Física, que fizeram que a Educação Física seja tratada com seriedade e respeito.
As Associações de Professores de Educação Física, lutam pela defesa da ética e da deontologia profissional, promovem a valorização cultural, científica técnica e pedagógica dos seus associados nas áreas da Educação, Educação Física e Desporto e dignificam o papel e a actividade do grupo profissional na escola.

terça-feira, 4 de outubro de 2005

XIV Torneio de Voleibol para Professores

Pelo décimo quarto ano consecutivo a APEF Braga organiza o:

XIV TORNEIO de VOLEIBOL para PROFESSORES

Objectivos: Criar um espaço de lazer e convívio entre colegas da mesma profissão, surgindo o Voleibol como meio para atingir esse objectivo e não como um fim em si mesmo.

PARTICIPANTES:
Equipas de Escolas do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Todos os associados da APEFB que estejam impossibilitados de participar no torneio, por a Escola onde leccionam ou a Escola a cujo quadro pertençam não participar no torneio, poderão inscrever-se individualmente constituindo a equipa denominada de APEFB. Na eventualidade do número de inscrições para a equipa da APEFB serem insuficientes para se constituir uma equipa (seis elementos sendo dois do sexo menos representado), os membros dos corpos sociais da associação poderão optar por representá-la.

LOCAL / CALENDÁRIO / HORÁRIO DE REALIZAÇÃO
Pavilhão da Escola Secundária Alberto Sampaio,
às 5ªs feiras, a partir das 21h 30m


REGULAMENTO DO JOGOS

· Os jogos realizar-se-ão à melhor de 3 sets. Os sets serão disputados sob a forma de tiebreack até aos 25 pontos, excepto o 3º set que termina aos 15 pontos. .
· Nos dias em que cada equipa jogue, terá que apresentar, obrigatoriamente, um elemento para preencher o Boletim de Jogo ou accionar o marcador
· É obrigatório que todas as equipas se apresentem com equipamento devidamente numerado. Caso não se verifique os elementos em falta não poderão participar no jogo. A Organização não fornece coletes numerados nem bolas para aquecimento
· Os jogos deverão iniciar-se, impreterivelmente, às 22h 00m. Caso as equipas não possuam n.º mínimo de jogadores (6, sendo 2 deles do sexo menos representado) até às 22h 15m será averbada uma falta de comparência.

INSCRIÇÃO DAS EQUIPAS
· As equipas serão constituídas por um número ilimitado de professores.
· Todos os professores terão que pertencer ao quadro da Escola ou leccionar na mesma no presente ano lectivo. Se um professor pertencer ao quadro de uma escola e no presente ano lectivo leccionar numa outra e ambas as escolas participarem no torneio, este obrigatoriamente terá que jogar na equipa da escola onde lecciona.
· As equipas terão que ser mistas, tendo que se encontrar em campo, em cada momento do jogo, 2 elementos do sexo menos representado.

· As inscrições para o torneio deverão ser enviadas para:
A.P.E.F. Braga
Complexo Desportivo da Rodovia, sede nº9
4700 Braga

· Só serão aceites as inscrições, que derem entrada na morada acima referida, até às 21h 30m do dia
21 de Outubro de 2005 (6ª feira)